sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O Que Você Faria?


O filme “O que Você Faria” conta a história de sete executivos que disputam uma vaga de emprego. No dia da seleção ocorre uma revolução nas Espanha e os candidatos precisam ficar trancafiados no mesmo local. Contudo, as provas ocorrem de maneira normal.
O longa metragem reflete bem a sociedade atual, em que pessoas são descartadas todos os dias por não se ‘encaixarem’ nos padrões impostos pela sociedade, no caso a empresa. O Darwinismo é retratado bem no filme, apontando que os mais aptos sobrevivem e não os mais fortes. Uma mulher foi desclassificada, por exemplo, pelo fato de não poder mais ser mãe.
O final de “O que Você Faria”, mostra que a ética está em primeiro lugar, pois os candidatos mais desonestos foram sendo eliminados ao longo da competição, e quem comportou-se da forma mais digna acabou sendo escolhido para a vaga.
Vivemos em uma sociedade de anti-heróis, uma selva mascarada em que todos fazem o possível para sobreviver ao sistema e a sociedade. Por vezes, a ética e os valores são colocados em cheque e nessa hora, cada um decidi se vale apena permanecer convicto dos seus ideais e recuar na batalha, ou abrir mão do que julga certo para permanecer no jogo.
Cada qual convive com a sua consciência e sabe até onde pode ir, seja por uma promoção em um emprego, seja por um relacionamento, ou por o início de um negócio. Tudo tem o preço. A pergunta chave do filme é. Você está disposto a pagar esse preço? Afinal... O que você faria?

Bruna Geremias e Michelle Rossatto

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Gestão do Tempo


O tempo tornou-se aos poucos um dos bens mais raros da humanidade. Ter uma hora para ler um livro, duas horas para assistir um filme, ou alguns segundos para respirar se tornaram raridades. Até mesmo, a hora antes sagrada das refeições é interrompida inúmeras vezes por compromissos e telefonemas. A correria da vida moderna fez com que as pessoas deixassem de lado o que antes era essencial. Mas acalmem-se blogueiros. Nada está perdido! Esse mal pode ser evitado se as pessoas aprenderem a maximilizar o tempo improdutivo e otimizar o tempo produtivo. Falando parece fácil, mas ao tentar colocar em prática essa estratégia muitos barram nos chamados desperdiçadores de tempo. Os desperdiçadores de tempo são divididos em internos (mesa entulhada, indefinição de prioridades, perfeccionismo, desmotivação, fatores de saúde) e externos (telefones, e-mails, visitas inoportunas, reuniões improdutivas, falha de treinamento, equipamentos inadequados...). Não existe nenhuma fórmula mágica capaz de parar o relógio, contudo, o tempo pode ser melhor aproveitado se as pessoas aprenderem a definir prioridades e a organizar a sua agenda de forma que seja possível encontrar espaço não só para as atividades profissionais, como também para os prazeres da vida. Afinal, estamos aqui não só para colaborar com a construção de uma sociedade mais justa, como também para desfrutar de tudo que a modernidade oferece. Bruna Geremias e Michelle Rossatto